Beija, moleque, beija que a Fiel delira…
A pedreira não foi exatamente jogar contra o Genérico da Porcada, mas vencê-lo. É duro quando o adversário passa o ferrolho e abdica de jogar bola.
E foi este o mérito de mano Mano e a Manada hoje: souberam cozinhar a galinha véia.
Tá certo que foi às custas dos nossos nervos, mas o que interessa, neste campeonato, é fazer os três pontos em casa. Foi ainda mais importante porque a porcada do ABC disputava diretamente com a gente uma vaguinha no G4.
O berro de alívio, o tradicional chuuuuuuuuupa!, chegou aos 40 e tralálá. Depois de um bate-estaca violento.
O primeiro tempo foi bem melhor, com todo mundo praticando o ludopédio. Não chegava a ser um primor, mas todo mundo jogou. Até quem não brilhou, caso de Morais de Iarley, dava pra ver que tinha entrado em campo com vontade.
Falando no Iarley, lembro que no primeiro lance do jogo, ele matou a bola no peito para limpar o zagueiro e o Sem-Mãe atendeu o grito do defensor dosómi. Marcou uma mão que não existia. Foi o prelúdio para mais um assalto: dois pênaltis vergonhosos em cima do Bonecão não marcados.
Mas a Manada tinha tomado maracujina. E botou a bola no chão.
Infelizmente, o único que jogava abaixo do que pode foi Alessandro.
A defesa, bem mais sólida, dava segurança pra maloqueirada se mandar. Aliás, em futebol, Castán e PA hoje rendem mais que a dupla titular – que já nos deu muita alegria e merece respeito. Mas que não está no nível dos reservas, não está.
Danilo, voltando, também conseguia criar oportunidades caindo ali pela esquerda. Mas é bom que se diga que nem ele conseguiu melhorar o passe do Timão ali na beirada da intermediária dos que habitam as margens do Ribeirão dos Meninos.
Porque se a equipe errou 50 passes hoje, 40 foram ali na beira da área dosómi. E este foi nosso mal.
No segundo tempo, o jogo desceu um degrau e quando a vaca se encaminhava para ir pastar ali no brejo da Vila São José, Jota Marrento levantou uma bola meio de chofre. A redonda viajou pela cabeça de todo mundo, menos a do garoto prodígio.
O Dentuço marcou, embalou mais um nenê da creche do RC, beijou Dona Dentona e seu Dentão, agradeceu a Deus e ao Escudero, sapecou um ósculo no símbolo Todo Poderoso – não necessarimente neste ordem. Clique aqui pra ver o gol.
Três pontinhos no embornal, uma vitória suada contra a terceira pedereira que pegamos, tudo rigorosamente empatado: derrota pra sardinhada, empate com a Turma da Cana e vitória contra a Porcada do ABC.
Alguma coisa mudou. E assim, a gente periga chegar à segunda fase.
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Mas não precisa ficar triste, cornetão. Ainda dá pra reclamar. Se perfile com o Neto e toque o instrumento aí doente…
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E o Bonecão, heim? Jogou bem hoje. De pivô e tudo.
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Sinceramente, não ligo a mínima pro Gordo ter ido ao BBB. Se ele jogar bola, pode ir até para o inferno. Eu quero é ver gol.






