O choro e o grito foram descritos por Freud como sintomas da Histeria.
Em 2005, o Inter chegou ao segundo lugar do Campeonato Brasileiro no grito. Tiveram a ajuda de inúmeros árbitros para chegar junto do Timão, que aquele ano tinha o melhor time do campeonato, fato reconhecido até pelos inimigos.
Naquele campeonato o Corinthians era um dos times mais prejudicados pela arbitragem, já que era favorito nas cotações de loteria clandestina. Como diz a lógica, se o juiz atrapalha o favorito, ganha quem apostou nos azarões. O Timão refez os jogos, em que havia sido roubado, e ganhou as partidas. Mas até isso conseguiram inverter naquela conquista legítima.
Nos jogos imediatamente anteriores àquele que foi considerado uma “decisão”, o que é ridículo em si num campeonato de pontos corridos que durou mais de seis meses, eles foram ajudados pelos juízes. Como reclamou , por exemplo, o técnico Cuca do Coritiba.
Ou então aquele jogo em que o juiz anulou um gol legítimo do Figueirense e validou um do Inter que deveria ser anulado. Na mesma partida!
Depois de chegar à vice no grito, coube ao time do sul chorar pela perda do título jogando a culpa pela incapacidade de ganhar um campeonato de pontos corridos à uma final inexistente.
Hoje os histéricos voltaram à cena: berrando, tentam intimidar o juiz. Fato que não é novo, já que eles chegaram a esta final no grito, como denunciou o técnico do mesmo Coritiba, Renê Simões.
Quer dizer, o doutor Fernando Carvalho, que é emulado pela mídia deste país como modelo de cartola, usa a imprensa para, das duas uma:
1 - Encurralar a arbitragem para que ela favoreça o Inter na final;
2 - Ter discurso no caso de perder mais um título para o Todo Poderoso.
Ou grito ou choro. Esta é a sina dos histéricos do futebol.
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Aqui um jogo feito pelo juiz escalado. Será que vão liberar para o time do Inter repetir o vergonhoso festival do açougue contra a LDU?
