Quem for à Casa do Povo: no minuto de silêncio, erga o punho direito, como o Doutor fazia depois de cada gol.
4
dez
Quem for à Casa do Povo: no minuto de silêncio, erga o punho direito, como o Doutor fazia depois de cada gol.
24
nov
Tenho lido e ouvido uma verdadeira enxurrada de especulações sobre as contratações do Timão pra 2012 e também sobre o êxodo e dispensa de jogadores.
É claro que a imprensa vive disso mesmo, como ficou eternizado nas palavras do gênio Steban Sangirardi proferidas pelo imortal Odayr Baptista na saudosa Rádio Camanducaia, programa imperdível nos anos 70/80 por quem amava humor e futebol, como é meu caso. Dentre os inúmeros bordões da popularíssima emissora, destacava-se o inacreditável ” Quando não tem notícia, nóis inventa”, lema que a maioria dos jornalistas esportivos brasileiros parece ter adotado como filosofia de trabalho.
É lógico que todos nós, corinthianos, estamos preocupados com o futuro dos craques do nosso time e com a movimentação de nossos dirigentes para garantir o reforço da equipe pro ano que vem.
Mas na semana em que o Timão pode se tornar pentacampeão ( de verdade, sem títulos doados ou convertidos ), a hora não é pra alimentar futricas e fofocas que só servem pra tirar dos nossos guerreiros o foco na batalha que temos pela frente, começando pelo Figueirense e terminando (se Deus quiser, em festa) contra os suínos.
E como tá mais fácil chegar o Papai Noel trazendo o ano novo e o carnaval do que chegar essa porra desse domingo, temos que inventar coisas pra passar o tempo.
Então, proponho que façamos aqui no BT um exercício de futurologia adivinhatória sobrenatural pra gente fincar na pedra o nome do herói dessa conquista que, São Jorge seja louvado, chegará nesse dia 27/11.
Meu palpite tá cravado: é o carinha aí do meio da foto, o levezinho, Liédson.
E pra você, doentão, quem vai ser O Cara desse nosso quinto Brasileirão?
Manda aí.
Vai, Corinthians!
20
nov
Defina seu amor por esta loucura chamada Corinthians, mano.
É difícil. Tão difícil quanto definir o que foi hoje este jogo. Passou o filme todo na cabeça, e muitos heróis se revezaram hoje em campo, num sonho maluco parecido com o comentário do mano Ganza sobre o sofrido jogo passado.
Parecia que Wladimir irrompia da defesa puxando nossos ataques
Parecia que Sócrates botava a bola no chão na hora em que tudo pedia cérebro.
Parecia que Luizinho surgia na hora certa para marcar.
Parecia que o Super Zé levava tudo no tranco e no peito, empurrando o time em direção à vitória.
Parecia que todos os nossos talismãs, Basílio, Neto, Marcelinho, Casagrande, Carlitos, Tupãzinho, Catito e tantos outros estavam lá.
Parecia, enfim, que cada um de nós tinha entrado em campo, uma multidão levando a Nação Alvinegra à frente.
Foi Épico.
Foi glorioso.
Foi uma catarse grega, um delírio coletivo.
Não me interessa quem jogou bem, quem jogou mal. Não me interessa que o Filho de uma Grandississíma Puta tenha nos roubado.
Não me interessa se jogamos sem esquema tático para fazer a virada.
O que valeu hoje foi a Alma da República Popular do Corinthians em Campo.
E nestes dois últimos jogos, com o coração na mão, a gente berra ainda mais forte:
Vai Corinthians!!!!
27
out
Galera, há muito tempo eu não via um texto sobre o Corinthians oficial, institucional, tão legal quanto esta nota divulgada pela direção do Timão no dia de ontem, sobre a mudança do escudo nas camisas. Já pude ver pelas opiniões aqui na Embaixada ( apelido da agência onde trabalho, que só tem corinthianos) que a decisão vai gerar polêmica.
Eu sou a favor da mudança. E explico: como eu sou da geração pré-77, que majoritariamente considera os títulos muto importantes, mas não o principal para o Corinthians, acho que fica mudando a nossa marca cada vez que o Timão fatura uma taça nova não faz muito sentido. No máximo, toparia a ideia dada por alguém que não me lembro agora, de colocar uma única estrela pra homenagear a torcida fiel, nossa maior força e razão última de toda a inveja que cerca o Coringão.
Independentemente da opinião de cada um (que é sempre válida e queremos ver manifesta nesse espaço), confiram que bela peça-homenagem acabou se tornando essa nota oficial:
Nota divulgada pelo clube:
“A história do Corinthians é grandiosa. Marcada por infinitas glórias.
As conquistas são muitas. Heróicas. Épicas.
Uma visita ao Memorial do clube dá bem a noção do quão vencedor é o Corinthians. Vale a pena!
E cada Corinthiano tem a sua conquista preferida. Algum título em especial é mais marcante na vida de cada fiel. Todos têm a sua ‘vitória de estimação’.
Há o Corinthiano que se recorda com carinho de determinado título porque foi o primeiro a assistir no estádio. Para alguns, marcante foi aquela primeira conquista comemorada ao lado do filho. Ou a última na companhia do saudoso pai.
Há aqueles, mais vividos, que se emocionam ao lembrar do título do 4º Centenário.
Para muitos, nada superará o grandioso título de 1977.
E o que dizer dos títulos de 1982 e 1983 conquistados quando o Corinthians dava exemplo de democracia para o Brasil?
Inesquecíveis, também, são os títulos da Copa do Brasil, buscados em terras distantes.
Enfim, títulos é o que não falta. Preferências também não.
Nenhum desses acima citados, porém, estão representados na nossa camisa, como se tivessem sido preteridos.
Não há como o clube eleger os principais. Não há principais. Não há estrelas que brilhem mais do que as outras.
E não há dúvidas de que essa história centenária continuará no caminho das conquistas, anexando novas ‘vitórias de estimação’ aos Corinthianos.
Mas se título cada um tem o seu preferido, o emblema é único.
É o belíssimo desenho de Rebolo que une todos os Corinthianos em torno de uma única paixão.
É o escudo que nos protege dos adversários. É o distintivo que nos distingue dos outros.
A camisa continuará com o escudo na altura do coração. Agora, até maior.
E do lado de dentro, no coração de cada um, continuará a brilhar a estrela preferida.”
21
out
Hoje é um dia pra entrar na história do Timão e do esporte mundial.
Com a confirmação da abertura da copa no novo estádio do Corinthians, esse dia 20/10/11 pode passar pra história como o dia oficial do Chupa, Zanti.
Ou Dia Nacional da Inveja.
Não dá nem pra descrever o tanto que eu tô orgulhoso hoje. Queria que o véio Toninho tivesse vivido pra ver isso.
E pra quem ainda tinha alguma consideração pelo “distinto” Juca Kfouri, a coluna do blog dele ontem mostrou que tipo de “corinthiano” ele é de verdade.
Viva a piãozada do Itaquerão!
Vai, Corinthians