Clique aqui pra ver os gols do domingão.
De olho nas máximas do marketing que mandam tratar bem o cliente, professor Adilson Pança botou em campo um time organizadinho, e foi o que bastou para dar à meninada o que ela mais gosta: chocolate.
Com um meio sólido, apoio dos dois alas e atuação de gala do Profeta Elias, o time nem precisou de centroavante de ofício para entubar a turma da Vila Sonia.
A Manada foi pra cima desde o primeiro minuto de jogo. Com Bruno Cesar marcado por dois, Elias, Nego Juça, Iarlei, Jota Marrento, Ralf e até Alessandro fizeram as vezes da armação.
Jogando no um-dois, totalmente coletivo, o Coringão veio chegando até que Elias de fora da área experimentou. O notório frangueiro adversário aceitou com docilidade. Um a zero pra maloqueirada.
Aqui eu queria abrir uma brecha e aproveitar a oportunidade para uma breve explicação aos neo-alvinegros: quando a gente joga com time que não tem torcida, isso não chama clássico. Clássico, como já ensinamos aqui, é contra aquele-time-que-a-gente-não-diz-o-nome. O resto são jogos com estes nomes que a imprensa adora.
Bem, voltando à partida, o Timão seguiu com um majestoso vareio de bola. O time Dazélite mal via a cor da gorducha. De toda a bambinada, somente o trio de amarelo conseguia segurar a blitz alvinegra.
Isso até os 45, quando Marrento veio pela ponta e cruzou para o matador da noite. Elias, como um autêntico camisa 9, entrou fuzilando. 2 a 0.
Mudou o campo, mas tudo continuou como dantes no quartel de abrantes. A Manada passeava em campo e desperdiçava gols em profusão, sempre chutando em cima do frangueiro. Assustado, o degustador de galinácias, que é a cara de um minúsculo candidato ao governo de São Paulo, espanava. Era pena pra todo lado.
Quando o segundo tempo rondou os 15 minutos, o cliente quis reclamar, achou que não era certo aquela sapecada e até tentou jogar alguma coisa.
Durou uns 10 minutos. Neste tempo, o Pequeno Gafanhoto mostrou como é que um camisa 1 tem que se portar. Ensinou ao ancião arqueiro adversário os principais fundamentos de um guarda-metas. Saiu bem do gol, rebateu, espalmou, encaixou.
Acabada a aula, o Timão voltou ao jogo e Nego Juça cabeceou no chão um levantamento de Bruno Tevez. 3 a 0.
Aí foi balãozinho prum lado, toquinho pro outro e os 30 mil fiéis gritando olé até o apito final desanimado do Seneme, impotente contra uma partida irrepreensível do Todo Poderoso Esquadrão.
Como previu mana Bruninha no último post aqui, Adilson Pancinha começa com o pé direito e está mantida escrita.
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A gente só precisa tomar cuidado porque hoje jogamos contra um timinho pequeno, sem tradição e torcida. É preciso tomar muito cuidado com times mais ajeitadinhos ou mais tradicionais.
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Noticia publicada hoje no Painel FC da Folha diz que Sanchez está estimulando uma reforma no estatuto do Clube que permitirá a antecipação de sua saída – de março de 2011 para dezembro de 2010. A razão é que o novo presidente receberia um elenco praticamente montado em março, sem grande poder de decisão. Para dar ao novo presidente o direito de montar a equipe, ele assumiria no fim do ano.
Não sei dizer se a medida é muito positiva, o ideal é que o presidente se envolva menos nestas coisas, com gestão profissional do futebol.
Mas por essas e outras tenho opinião fechada sobre a administração Sanchez: do ponto de vista da democratização do PSJ foi a melhor gestão que o Corinthians já teve.


