Clique aqui pra ver os três golaços do Timão.
O Timão hoje matou vários coelhos com uma paulada só: afundou os bambinos, avançou na tabela e fez um resultado oposto aos dos corados, que levaram um chacoalha no Marcanã.
Um prazer de cada vez. O primeiro foi a paulada na moçadinha do Panetone.
O jogo começou gelado, com a garotada vindo pra cima da gente. A maior emoção do nosso lado até os 32 minutos foi uma tentativa do Gordo de amassar um adversário. Caiu em cima de um moleque deles lá, que levantou todo amarrotado, coitado.
Sem o Marcelo Oliveira (que pena, a contusão) para dar saída pela esquerda, com Diogo fazendo uma partida ruim pela direita e pouca participação do pessoal do meio e do Maestro, o Timão ficou encolhido no próprio campo.
Para desespero do Noriega do Sportv, o Sem-Mãe ainda deu uma forcinha ao não marcar um pênalti infantil cometido pelo Diogo.
Dobrado o cabo da boa esperança do primeiro tempo, Cristian resolveu resolver a parada. Primeiro veio chegando até disparar uma paulada daquelas. Passou perto.
Aí, num contra-ataque, tabelou com o Maestro, que deixou ele na cara do gol. Nosso xodó venceu o zagueiro e tirou o goleiro bambino do lance. Um a zero. E no arranque para o gol acabou sentindo uma fisgada na perna. Saiu também, mas parece que preocupa menos que o Marcelo Oliveira.
Para compensar o pênalti de grátis, o Sem-Mãe deixou em campo uns três açougueiros bambinos. Um deles largou um rastro de chuteira na canela do Maestro. J. Marrento marrentou de vez depois de apanhar, apanhar, e ainda levar um safanão do Hugo.
Queria porque queria levar um vermelho, junto com os agressores. Conseguiu um amarelo, junto com o aplicador do safanão. Como todos sabemos, Marrento tem todas as outras qualidades de um bom jogador que não a inteligência.
E pra terminar a primeira etapa, quase que o Gordo chega num lançamento do Diogo.
No segundo tempo ficou tudo dominado. A freguesia mal viu a cor da bola e ficou na roda metade do jogo.
Logo aos doze, Marcelinho, que é jóia do Terrão, entrou em diagonal na entrada da área tabelando e foi derrubado. E dali é covardia. Quase apanhei outro dia quando disse que Chicão está melhor do que o outro Marcelinho (que não é nenhum demérito para o Pé de Anjo) cobrando falta, mas o zagueiro artilheiro está demais. Não lembro qual foi a última falta que não virou gol ali da entrada da área. Não deu outra. Chicão saiu mordendo o Escudo Todo Poderoso.
Quando era quase uns trinta, Jucilei arrancou pelo meio e foi limpando todo mundo. Chutou colocado, tentando tirar o goleiro, que resvalou na bola. Escanteio. Cobrança do Maestro e o próprio Jucilei subiu e testou pro chão, fazendo outro golaço. Beijou o Escudo, cumprimentou a torcida e deitou nas graças da Fiel.
Acabado o jogo, deu tempo deles fazerem um gol (bonito, por sinal). Também deu pro André Carniceiro Dias dar dois socos em jogadores diferentes e continuar em campo, e do juiz se “redimir de sua falha”, não marcando um pênalti claro pra nós. Que o Noriega apontou sofrendo.
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Além de tanger a vaca da bambinada para o brejo, este resultado ainda nos colocou ali na beirada do G4, a apenas 4 pontos do líder do campeonato. Também subimos nossa média de gols, que é importante na competição.
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Pra terminar, os corados passaram vexame no Rio, levando quatro do Flamengo. Quer dizer, terminamos esta gangorra olhando os sulinos de cima.
Dava pra ser melhor?
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Só pra lembrar: a Boiada vai entrar em reta final. Tá valendo uma camisa do André Seleção. Clique ali na aba Boiada e manda bala.

