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Edson disse em 24 de abril de 2009 às 20:12

Rita, tudo isso fica mais grave ainda se lembrarmos que o Morumbi é aquele “particular” bem mandraque. Não pagaram um centavo pelo terreno, doado pelo poder público quando Laudo Natel, cartola deles, tinha grande poder – chegou a governador do Estado.
Laudo Natel foi o arrecadador de recursos “privados” para se fazer o estádio, ele era diretor do Bradesco. Na época se dizia que a cidade de São Paulo precisava de um estádio com capacidade para grandes torcidas – como o Rio tinha.
O tempo passou e essa história tb foi para o esquecimento. Ficou a inmpressão que o estádio foi erguido apenas com dinheiro privado.

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Edson disse em 24 de abril de 2009 às 20:31

Só mais um pouquinho sobre a construção do Lacraião: o terreno na verdade era em parte da Imobiliária Aricanduva, em parte do Governo.
O dono da Imobiliária era Adhemar de Barros, governador na época. Adhemar mandou o governo dar a maior parte do terreno do estádio e sua empresa dar outra parte. Vendeu 25 mil metros.
O São Paulo arrumou o dinheiro para comprar os 25 mil metros vendendo o Canindé que era um campo com algumas arquibancadas. Detalhe: o Canindé tinha sido doado 11 anos para eles.
A sequência da obra foi comandada por Laudo Natel, vice do Adhemar. Que encheu os cofres com a venda dos terrenos em volta do estádio.

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Bruna F. C.

Bruna F. C. Respondido em abril 26th, 2009 1:19:

E ainda enchem a boca para falar que têm um estádio..
Como corinthiana, me orgulho muito mais do meu time poder pagar p/ usar um estadio, do que ter ‘ganho’ um estadio do governo.

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ricardoelias

Ricardo Elias Respondido em abril 26th, 2009 11:20:

Mano Edson a equipe de marketing rosa escreveu uma carta ao Juca que vou colocar um trecho aqui.

“O São Paulo recebeu, há mais de 30 dias, consulta informal por parte da Bossa Nova Films, nossa parceira, em nome da produtora Canal Azul, solicitando a cessão do Estádio do Morumbi por algumas horas (no máximo 5) para gravação do produto em questão no seu campo de jogo.

O pedido foi prontamente atendido e imeditamente solicitado à referida empresa que formalizasse o mesmo, por escrito, para que fosse dado seguimento aos demais trâmites internos. Tal formalização aconteceu muito tempo depois e nos surpreendeu porque solicitava não apenas o campo, mas também outras instalações do Estádio, e por um prazo de 2 dias.

Assim, embora a solicitação anterior tivesse aprovação do clube, o novo pedido excedia em muito o tempo anterior de utilização do Estádio, que hoje, não por acaso, é grande fonte de renda para o São Paulo Futebol Clube. Para ilustrar essa afirmativa eu gostaria de informá-lo que no ano de 2009 o SPFC auferirá com receitas de locação apenas para filmes publictários e comerciais quantia superior a R$ 1 milhão.

Tendo em vista o caráter comercial da gravação, foi encaminhado, então, à Canal Azul, o orçamento para a locação do espaço. Ainda que o valor de tais imagens possa ser, para a torcida corintiana, emocional e histórico, é certo que o DVD configura-se em um produto comercial, e esperamos que o Corinthians obtenha, com ele, o mesmo sucesso e receitas que teve o São Paulo Futebol Clube com suas recentes produções. Assim, é dever do São Paulo – e daqueles que o dirigem – conduzir comercialmente uma negociação de caráter estritamente mercantil.

Não tendo a Canal Azul, então, entrado em acordo para o pagamento pelo uso do espaço, acredito que tenham procurado outra locação para a reconstituição pretendida.”

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Bruna F. C. disse em 26 de abril de 2009 às 1:20

Nessas horas dah vontade de falar: ‘pega o panetone e enfia no #$@#@#$@#@$#@@$#@’

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Ricardo Elias disse em 26 de abril de 2009 às 11:14

Como dizia Peter Parker
“Grandes poderes trazem grande responsabilidade”
talvez por ser mais popular do brasil sejamos tratados de maneira diferente que de outros times.
Acessem a imagem abaixo para entender:
http://blogdojuca.blog.uol.com.br/images/marcos_1_.jpg

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Adriano disse em 29 de abril de 2009 às 17:37

A Verdadeira História do São Paulo F C

Capítulo I – Nasce o Clube

O São Paulo foi fundado em 1930 e faliu em 1935 por dívidas
acumuladas. Diante da enorme dívida, os dirigentes são-paulinos,
liderados por Paulo Machado de Carvalho, sugeriram a incorporação pelo
Clube de Regatas Tietê, que pagaria as dívidas e ficaria com o
patrimônio do clube, incluindo a Chácara da Floresta, vizinha ao C. R.
Tietê.

Alguns sócios se rebelaram contra a decisão, mas acabaram aprovando a
fusão em Assembléia (realizada em 14/01/1935), pois do contrário
teriam que assumir a dívida. Com a incorporação, a dívida foi paga
pelo Tietê.

Capítulo II – Renasce o Clube

No final de 1935, o atual São Paulo foi re-fundado sem dívidas, mas
também sem qualquer patrimônio. O time era tão fraco que, nos dois
primeiros anos (1936/37), terminou o Campeonato Paulista em 8º e 7º,
respectivamente.

Capítulo III – Re-Renasce o Clube

Novamente atolado em dívidas, fundiu-se ao C. A. Estudantes da Mooca
em 1938, salvando-se de nova falência. O novo time titular foi
composto com 9 atletas do Estudantes e 2 do São Paulo, que passou a
mandar seus jogos na Mooca, sede do Estudantes.

Para “ajudar” financeiramente o São Paulo, Palestra e Corinthians
disputaram, em 1938, o famoso “Jogo das Barricas”, assim chamado por
causa das barricas colocadas na entrada do Palestra Itália para o povo
depositar dinheiro. Os dois clubes nada receberam e ainda doaram a
renda para ajudar o São Paulo a pagar suas novas dívidas. Neste “Jogo
das Barricas”, Porfírio da Paz, Presidente do São Paulo, andou no meio
das torcidas adversárias com uma bandeira esticada, para que os
torcedores atirassem algumas moedas para ajudar o São Paulo.

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Adriano disse em 29 de abril de 2009 às 17:38

Capítulo IV – A Tomada do Patrimônio Alheio

Em 1942, com apenas 7 anos de vida e sem patrimônio, os dirigentes
são-paulinos vislumbraram uma grande oportunidade. Com a entrada do
Brasil na II Guerra Mundial e a declaração de Guerra ao Eixo, o
Governo publicou um decreto que permitia a desapropriação de
patrimônios de súditos alemães, italianos e japoneses.

Após a desapropriação de bancos alemães e companhias aéreas, a
possibilidade de tomar o patrimônio dos italianos animou os
são-paulinos, que tentaram a todo custo se apropriar do Palestra
Itália. Não conseguindo tomar o atual Parque Antarctica, se
contentaram com um alvo mais fraco: a “Associação Alemã de Esportes”
(também conhecida como “Deustsch Sportive”), que ficava na região do
Canindé. Então, com a ajuda da ditadura, ganharam finalmente uma Sede
em 29/01/1944, registrando a escritura em Cartório de propriedade de
Cícero Pompeu de Toledo.

Capítulo V – O Morumbi

Em dezembro de 1950, a Imobiliária Aricanduva (cujo dono era o Adhemar
de Barros), conseguiu empréstimo do Governo do Estado (o Governador
era o próprio Adhemar) para terraplanar e criar toda a infra-estrutura
em uma gleba na região do Morumbi. Um escândalo de corrupção na época.
O bairro, com todas as benfeitorias, passou a se chamar JARDIM LEONOR,
nome da esposa do Ademar de Barros. Um ano depois, em 1951, o São
Paulo convidou Laudo Natel (político ligado a Adhemar de Barros) para
ser tesoureiro do clube. Este negociou a compra de 68 mil m2 na região
e “ganhou” do Governo do Estado mais 90 mil m2.

Em 1955, três anos depois, o São Paulo VENDEU ao Governo do Estado o
terreno do Canindé (aquele que GANHOU 11 anos antes), sem qualquer
benfeitoria adicional. O Governo comprou e repassou à Portuguesa, que
se viu obrigada a construir campo e arquibancada par a começar a usar,
pois estava completamente abandonado.

Em 1966, em pleno regime de ditadura militar, Laudo Natel já havia se
tornado Presidente do São Paulo e, ao mesmo tempo, Governador do
Estado, quando o seu mentor, Adhemar de Barros, foi cassado por
corrupção.

O então Governador determinou que os estudantes da rede pública
vendessem carnês chamados “Paulistão”. O dinheiro arrecadado seria
para a formatura dos alunos, mas, parte da arrecadação serviu para
ajudar na construção do novo Estádio. Ou seja, em um período de
ditadura, da censura aos jornais, sem explicações sobre a origem do
dinheiro, sem um clube de associados que pudesse gerar receita, sem
rendas (pois jogava em estádios praticamente vazios), o SPFC construiu
um estádio que nem nos dias atuais (de direitos de TV, patrocínios,
venda de atletas) conseguiria construir…

Com medo de um vexame, o SPF C pediu emprestado 2 jogadores ao
Palmeiras (Julinho e Djalma Santos), 2 ao Corinthians (Almir e Ari) e
1 ao Santos (Pelé, contundido, não compareceu) para a festa de
inauguração do estádio, contra o Nacional do Uruguai.

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timao disse em 25 de março de 2010 às 21:11

salve timao corinthans

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timao disse em 25 de março de 2010 às 21:12

salve salve

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